Abr 4, 2014
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AOS LEITORES: PROPOSTA DE CONTROLE BIOLÓGICO APLICADO

Propriedade intelectual de Wilson Jesé de Mello e Silva Maia

Propriedade intelectual de Wilson Jesé de Mello e Silva Maia

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Mar 31, 2014
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PRODUÇÃO MASSAL DE BICHO-LIXEIRO

PRODUÇÃO MASSAL DA TRAÇA-DAS-FARINHAS, Anagasta kuehniella (ZELLER,1879) (LEPIDOPTERA: PYRALIDAE)

Autora: Sibele Joise Tapajós da SILVA

Orientador: Wilson José Mello e Silva MAIA

Anais do 8º Seminário Anual de Iniciação Científica, 19 a 21 de outubro de 2010

Foto de propriedade intelectual de Wilson José de Mello e Silva Maia.

 

Resumo: A produção em massa de insetos inimigos naturais de diversos insetos-praga como a mosca-negra-dos-citros, Aleurocanthus woglumi, a cochonilha Ortézia tem sido uma das formas de amenizar as disparidades que estas pragas vêm causando na região. Com esse intuito o LABIN (Laboratório de bioecologia de insetos)/ICA/UFRA está produzindo em larga escala ovos da traça-das-farinhas Anagasta kuehniella (Zeller,1879) (Lepidoptera: Pyralidae), e pesquisando alguns aspectos biológicos do predador alimentado com essa dieta. Com isso o trabalho teve como objetivo avaliar a resposta funcional de Ceraeochrysa caligata alimentadas com cinco densidades diferentes de ovos de Anagasta kuehniella. O delineamento foi inteiramente casualizado, em ambiente de 25 ±2ºC e UR de 60%, com cinco tratamentos e quatro repetições, conduzidos em placas petri. Larvas recém eclodidas do predador foram alimentadas com ovos de A. kuehniella. Observou-se para os três instares um maior consumo em função do aumento na densidade de ovos oferecido, porém, houve uma tendência de estabilização no consumo a partir da densidade três no primeiro instar, diferente do segundo e terceiro instar que apresentou um aumento constante no consumo dos ovos. A duração do primeiro e terceiro instares, e da fase larval diminuiram em função do aumento na disponibilidade de presas. No segundo instar a duração aumentou em função desse aumento.

 Palavras-chave: Anagasta kuehniella, bicho-lixeiro, produção massal.

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Mar 31, 2014
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PREDAÇÃO DA COCHONILHA-DO-CARMIM (DACTYLOPIUS OPUNTIAE) POR BICHO-LIXEIRO

Predação de Dactylopius opuntiae (Cockerell) (Hemiptera) por Ceraeochrysa everes (Banks) (Neuroptera)

Autores: Elisabete Albuquerque dos Santos; Gilvanda Ribeiro da Silva; Ranilson Emmanuel de Aquino; Mariana de Lima Ataíde.

Orientadores: Wilson José Mello e Silva Maia; e Deise Maria Passos da Silva.

Anais do 2º Congresso brasileiro de palma e outras cactáceas (24 à 27/10/2011 – Garanhuns/PE)

Foto de propriedade intelectual de Wilson José de Mello e Silva Maia.

Resumo: O Estado de Pernambuco possui área superior a 100.000 ha com cultivo de palma forrageira, e Dactylopius opuntiae é importante praga no Estado. De ocorrência natural no agrossistema da palma forrageira, Ceraeochrysa everes faz parte do contexto de controle biológico em Pernambuco. Os trabalhos foram desenvolvidos no Laboratório de Entomologia, do IPA, em Recife. O delineamento foi em DIC, com 15 repetições, e 3 tratamentos: três densidades de ninfas de D. opuntiae. A duração dos três instares de C. everes foi significativamente influenciada pelos tratamentos, sendo superior a 230% no 10 instar, entre as densidades D1 e D3, com 5,2 e 17,3 dias, respectivamente. Porém, no 30 instar houve redução de 50% entre D1 e D2, com 8,1 e 5,4 dias, respectivamente. A maior amplitude observada na predação de ninfas ocorreu no 10 instar entre as densidades D1 e D3, cerca de 715%, 19,3 a 157,5 ninfas predadas. A maior mortalidade observada, 73%, ocorreu no 30 instar em D1. Ceraeochrysa everes pode ser considerada uma ferramenta em programas de controle biológico de Dactylopius opuntiae.

Palavras-chave: Insecta, bicho-lixeiro, cochonilha do carmim

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Ago 4, 2012
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Aula prática no Museu Emilio Goeldi, acervo entomológico.

Aulas práticas: 04/05

 

e 11/05 de 2012

Abr 21, 2012
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Diferenças entre ninfas de Aleurocanthus woglumi e de outros Aleyrodidae

Ninfas fortemente côncavas com espinhos dorsais proeminentes e visíveis, principalmente a partir do 3º instar (Fig. 1), ao contrário de outros aleirodídeos, os quais geralmente são ‘achatados’  (Figuras 2 e 3)  e sem espinhos dorsais, ou quando presentes, pouco visíveis; Presença de serosidade branca, não (NUNCA) cerdas ou cílios brancos, sendo de forma mais contínua nos machos do que em fêmeas. Continue reading »